| Correio Braziliense - 04/10/2011 |
A intenção do governo é criar uma espécie de "reserva de mão de obra" com milhares de funcionários de empresas públicas ou organismos que contam com contratos indefinidos. Até o fim do ano, esses "desempregados técnicos", como vem chamando as autoridades, receberão 60% da remuneração atual e, ao fim desse período, deverão ser submetidos a novas provas de avaliação. Dependendo do desempenho, podem ser transferidos a outras funções ou despedidos definitivamente. De acordo com Mossialos, a medida deve afetar primeiramente os empregados que já estão próximos ou já alcançaram a idade de se aposentar - 20 mil, segundo estimativa extraoficial. "Uma segunda leva de demissões técnicas ocorrerá entre 2012 e 2013, após a fusão ou supressão de 30% dos organismos públicos", afirmou o porta-voz. A estimativa é de que até 2015, o quadro de funcionários públicos na Grécia seja diminuído em cerca de 150 mil trabalhadores - atualmente a folha conta com 750 mil. Dessa forma, segundo Mossialos, será possível continuar atenuando o déficit orçamentário, que este ano ficará em 8,5% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 10,5%, registrado em 2010. O governo se comprometeu também a elaborar até o fim de outubro uma base única de salários no setor público. |
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Grécia demitirá 30 mil
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